Mini-índice (WINM26) segue pressionado; o que esperar hoje?

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Mini-índice (WINM26) segue pressionado; o que esperar hoje?

Os contratos de mini-índice (WINM26) encerraram a última sessão (29/04) com forte queda de 2,61%, aos 186.900 pontos, marcando a sexta baixa consecutiva e intensificando o fluxo vendedor no curto prazo. O Ibovespa ampliou as perdas e registrou a sexta queda consecutiva, pressionado pelo avanço do petróleo após tensões envolvendo EUA e Irã e pela ausência de novos gatilhos do Federal Reserve, que manteve os juros. No Brasil, o índice foi puxado para baixo pela forte queda de Vale (VALE3) e fraqueza dos bancos, em um ambiente de maior aversão ao risco.

Para o trader de mini-índice, o cenário é de pressão vendedora e maior volatilidade no curto prazo, com o mercado sensível ao noticiário externo, commodities e à política monetária, após o corte da Selic para 14,50% pelo Banco Central do Brasil.

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Confira os pontos de suporte e resistência do mini-índice e minidólar

Análise do gráfico de 15 minutos

No gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice mantém um forte movimento de baixa, negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça o domínio do fluxo vendedor no curtíssimo prazo.

Para continuidade da queda, será necessário o rompimento da região de suporte em 186.865/186.700. Caso essa faixa seja perdida, o índice tende a acelerar as perdas em direção a 186.400/185.820, com alvo mais longo em 185.480/185.000.

Por outro lado, uma tentativa de repique comprador dependerá da superação da resistência em 187.420/188.265. Acima dessa faixa, vejo espaço para recuperação até 188.945/189.300, com projeção mais longa em 189.985/190.550.

No gráfico diário, observo a consolidação de um movimento corretivo mais intenso, com o índice acumulando seis sessões consecutivas de queda e formando um forte candle vendedor. O ativo segue negociando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, o que reforça o viés negativo. Destaco, porém, o afastamento relevante das médias, o que pode favorecer repiques técnicos no curto prazo, ainda que dentro de uma tendência de baixa. Para reversão, será necessário romper a região de 192.310/195.430/197.040, mirando 200.785/203.835

Já a perda de 186.865/185.820 pode ampliar a queda, com próximos suportes em 183.645/180.150. O IFR (14), em 34,84, se aproxima da região de sobrevenda.

Saiba mais:

WINM26: Gráfico de 60 minutos

No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice segue em tendência de baixa, operando abaixo das médias de 9 e 21 períodos, com afastamento crescente — um sinal de força do movimento vendedor, mas também de possível exaustão no curtíssimo prazo.

Para continuidade da queda, será necessário romper a região de suporte em 186.900/185.820. Perdendo essa faixa, o ativo pode buscar 185.000/183.865, com alvos mais longos em 181.880/180.150.

Por outro lado, a retomada do fluxo comprador exige a superação da resistência em 188.450/189.985. Caso isso ocorra, o índice pode buscar 192.310/192.600, com projeções mais longas em 193.850/195.245.

(Rodrigo Paz é analista técnico)

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